Inscrições para o Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026

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Você tem uma pesquisa em desenvolvimento ou concluída dentro da esfera educacional e que dialogue com a produção artística e cultural? Pois bem: se sim, você poderá inscrevê-la no Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026, que desta vez c...

Inscrições para o Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026
Ave Calvar Martinez

Você tem uma pesquisa em desenvolvimento ou concluída dentro da esfera educacional e que dialogue com a produção artística e cultural? Pois bem: se sim, você poderá inscrevê-la no Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026, que desta vez conta com o tema Arte e Cultura na Educação Integral em Perspectivas com Saberes Afro-Diaspóricos e Indígenas.

A terceira edição do edital da Plataforma Ancestralidades, iniciativa da Fundação Itaú e da Fundação Tide Setubal voltada à valorização dos saberes ancestrais afro-brasileiros, visa apoiar a produção intelectual referente ao segmento de Arte e Cultura, que constitui um dos eixos estruturantes da própria plataforma.

Ao contar com duas categorias - Pesquisas e Estudos em Andamento e Pesquisas e Estudos Concluídos -, o edital selecionará trabalhos que deverão ter pertinência e aplicação dentro da esfera educacional, assim como colocar em pauta o enfrentamento ao racismo e todas as modalidades correlatas de violência. A saber, esses mesmos projetos deverão se conectar com as seguintes temáticas:
 

  • Expressões Artísticas e Linguagens;
  • Identidade, Memória e Patrimônio;
  • Diversidade e Direitos Humanos;
  • Sustentabilidade e Território.


 

As inscrições para o Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026 - Arte e Cultura na Educação Integral em Perspectivas com Saberes Afro-Diaspóricos e Indígenas estiveram abertas até 28 de maio; baixe o regulamento

Sobre o processo seletivo

Os trabalhos que poderão ser inscritos no Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026 deverão ser desenvolvidos por pessoas físicas, pretas, pardas e indígenas maiores de 18 anos.

As pessoas proponentes poderão ser brasileiras - natas ou naturalizadas - residentes no Brasil ou estrangeiras com residência fixa no país há mais de dois anos. Poderão participar também estudantes, integrantes ou pessoas associadas a centros de pesquisas, universidades, OSCs, coletivos, instituições e observatórios.

Nesse sentido, as respectivas pesquisas passarão por duas comissões - uma de avaliação e outra de seleção - compostas por pessoas pesquisadoras de referência no tema que compõe a premissa do edital. Conheça as pessoas especialistas que compõem a comissão de seleção:
 

Alva Rosa Tukano

Doutora em Educação, professora e pesquisadora. Mulher indígena, militante do movimento indígena no âmbito da Educação Escolar Indígena. 

Cintia Guedes

Atua como professora, performer, pesquisadora e curadora nas artes contemporâneas. Desenvolve processos voltados à imaginação radical, às pedagogias emancipatórias e às tecnologias afrodiaspóricas. É professora adjunta do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC-UFBA) e doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Fernando Mendes

Formado em Relações Internacionais. Atuou por 12 anos na construção e implementação de políticas públicas educacionais em Secretarias Municipais de Educação na região metropolitana do Estado de São Paulo. É formador desde 2013 em OSCs e atua como gestor do Centro de Referências em Educação Integral da Associação Cidade Escola Aprendiz.

Jaqueline Santos

Doutora em Antropologia Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Atua como professora, pesquisadora e consultora nas áreas de equidade, raça, gênero, diversidade, educação, infância e juventude, história e cultura afro-brasileira e africana e Palop (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa). Recebeu o prêmio Kabengele Munanga de melhor trabalho científico pelo Fórum África em 2007, com pesquisa sobre o Hip-Hop brasileiro. É também Harvard Alumni Fellow.

Severiá Idioriê

Indígena do povo Iny - Karajá e Javaé (GO). Ativista do meio ambiente, palestrante e tradutora cultural. Mestra em Educação pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT). É coordenadora pedagógica da Escola Estadual Indígena de Educação Básica Samuel Sahutuwê, conselheira do Fundo CASA Sociombiental (SP) e do Instituto Centro da Vida - ICV (MT).

 

Sobre as inscrições

Baixe na Plataforma Ancestralidades o regulamento do Programa Ancestralidades de Valorização à Pesquisa 2026 - Arte e Cultura na Educação Integral em Perspectivas com Saberes Afro-Diaspóricos e Indígenas para conferir detalhes técnicos sobre o edital e a submissão de projetos.

Por fim, inscreva a sua pesquisa e participe por meio deste formulário.

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