Ano: 2023
Local: Salvador
Este trabalho investiga a habitação com uma prática cultural e social, abordando o as comunidades que em suas urbanidades interagem com corpos hidricos e a sua produção do conhecimento, recortando a comunidade ribeirinha como em sua importância no desenvolvimento de tecnologias ancestrais, vernaculares, populares e tradicionais, como palafitas e casas flutuantes no latente conflito fundiário por moradia. Em um contexto de crises climáticas, essas práticas oferecem soluções sustentáveis e inovadoras, promovendo uma convivência harmônica entre e meio ambiente. O estudo adota uma abordagem anti-racista, anti-capitalista, antipatriarcal e contra-colonialista, valorizando do potencial inventivo das comunidades periféricas, promovendo um resgate epistemológico. O objetivo é reconstituir e restituir memórias e saberes ancestrais, reafirmando a importância de repensar as práticas das políticas habitacionais.


